Chegaste,
de novo,
em meu viver...
Estranho,
sempre nas horas
sem esperanças...
Aquieto-me,
para sorver
o agora e as lembranças...
Que mais te dizer?
Como não sei,
calo-me...
E deixo-te,
mais uma vez,
lágrimas e saudades...
E essa vontade
de te ver...
E te dar um beijo
tão devagar
que beire a eternidade!
.
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