quinta-feira, 24 de março de 2011

Poema sem título...


Chegaste,
de novo,
em meu viver...

Estranho,
sempre nas horas
sem esperanças...

Aquieto-me,
para sorver
o agora e as lembranças...

Que mais te dizer?
Como não sei,
calo-me...

E deixo-te,
mais uma vez,
lágrimas e saudades...

E essa vontade
de te ver...
E te dar um beijo
tão devagar
que beire a eternidade!
.


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